sábado, 23 de julho de 2011

ATÉ que enfim a placa foi colocada!!!

Lembra quando eu falei da homenagem ao Radialista e empresário LUPERCIO ROSSI, o popular "CACHOEIRA"? Atie que enfim a placa dop logradouro que agora leva seu nome foi colocad. Veja o artigo que publiquei em dois jornais da região, o "CIDADES" e o "FONTE".



ANTES TARDE DO QUE NUNCA

Caro leitor, o propósito deste artigo é noticiar a instalação da placa que presta homenagem ao grande radialista e apresentador sertanejo LUPÉRCIO ROSSI, o popular "CACHOEIRA". Atendendo uma sugestão deste jornalista o Vereador e médico pediatra Dr. NEREU RODOLFO KRIEGER DA COSTA (PMDB-SP), em boa hora apresentou o projéto concedendo o nome do saudoso radialista a rotatória que fica na Avenida Jayme ribeiro, em frente a antiga "ALGODOEIRA UNIVERSSO". O projeto foi apresentado em sessão ordinária da Câmara Municipal, um ano depois o ilustre vereador postou um pedido de esclarecimento ao Exmo. Prefeito municipal JOSE CARLOS HORI e recebeu a resposta que a placa seria colocada em Fevereiro de 2011. Colocada em final de Junho/2011, está sacramentada a homenagem a um dos maiores divulgadores da musica sertaneja de raiz em todos os tempos na nossa região. Agradecimentos ao Dr. Nereu que com sua dignidade e firmeza de carater  apresentou o projéto, aos outros 9 vereadores que aprovaram a matéria por unaminidade, ao prefeito HORI que sancionou o projéto transformando o mesmo em Lei Municipal e em particular ao secretário CARLOS ROBERTO DÉ BERCHIERI, (DÉ) que, esquecimentos a parte, ajudou a viabilizar esta justa homenagem. A familha sertaneja agradece.]

JORNALISMO DE VERDADE

Caros amigos, em nome do bom jornalismo tomei a liberdade de reproduzir para vcs este artigo de Fernando Barros e Silva, que saiu hoje na "FOLHA".






São Paulo, sábado, 23 de julho de 2011
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FERNANDO DE BARROS E SILVA

Máfia à brasileira

SÃO PAULO - Depois de viajar o país, a má reputação do PR chegou ao centro de São Paulo, no tradicional bairro do Brás, onde funciona a Feira da Madrugada, que reúne em torno de 5.000 comerciantes.
O caso veio à tona anteontem, quando a Folha publicou uma carta de Agnaldo Timóteo (PR-SP) dirigida ao ex-administrador da feira: "Você se lembra, Geraldo, que os oportunistas do meu partido te exigiram R$ 300 mil mensais?".
Às vezes é útil lembrar que este personagem histriônico do lúmpen-malufismo é um representante do povo -vereador e do PR, o aliado de sempre do governo petista. Não se sabe ao certo quem seriam os "oportunistas" (ou se há no PR alguém que não o seja), mas o próprio Timóteo disse anteontem ao jornal que "nada acontece no PR que não passe pelo Valdemar".
O deputado Costa Neto parece estar em todas, no atacado do Dnit ou no varejo do Brás, mas o esquema de propinas da feira é abrangente, vai além do "boy" de Mogi.
Em carta que enviou ao prefeito Gilberto Kassab em março deste ano, o criador da feira, Geraldo de Souza Amorim, hoje afastado de seu comando, relata que vinha sendo achacado e ameaçado de morte. Na entrevista que a Folha publica hoje, ele reitera o que disse e se refere a chantagens que teria recebido do vereador Adilson Amadeu (PTB) e do deputado federal Milton Monti, mais um do PR paulista.
Sob o sucesso do comércio popular que se instalou no local (um antigo terreno da rede ferroviária federal), criou-se uma teia de conexões entre o submundo do crime e o submundo da política. Ela envolve personagens mais e menos graúdos que vendem proteção e extorquem dinheiro de quem trabalha em condições precárias e perigosas.
A feira do Brás talvez seja um retrato concentrado do país de Lula -onde ascensão econômica, selvageria social e gangsterização da política andam de mãos dadas. Quem quiser terá ali um roteiro pronto para um filme de máfia à brasileira.


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